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“ALICE, CADÊ O COELHO?” ENTRE DELÍRIOS DO ANALISTA E O DESEJO DO ANALISTA

por Mônica Fujimura Leite

Escrevemos sobre o que nos mete em dificuldades a nosso respeito.
(...). É no après coup que buscamos significar as experiências
e o desejo que as sustenta
. (BERNARDINO, 2004, p. 78).



Caminhar com a Psicanálise não é fácil. O trabalho que é necessário produzir pelo praticante vai além das horas gastas em leituras, atendimentos, estudos. Supera o dinheiro que se gasta com supervisões, aulas, análises. “É com o próprio ser que se paga”. Há tempos já fui advertida disso. E o preço é caro. Se não podemos contar com o dinheiro que recebemos, ambicionar pela melhora ou pela cura do paciente, se o nosso desejo para que ele fique é inversamente proporcional à probabilidade dele ficar, se não é pelo mérito de nosso trabalho que somos reconhecidos, nem podemos fazer alarde, usando como propaganda a nossa competência....Se, enfim, nossa prática vai na contra mão de tudo o que se pede e se oferece no mundo contemporâneo, se não prometemos acabar com o sofrimento do paciente, nem podemos garantir que resolveremos seu problema...o que afinal sustenta uma prática psicanalítica?

 Embalada por tais questões, a partir do cotidiano de uma prática psicanalítica, me pus a estudar, refletir e escrever sobre o assunto. A partir dessa proposta, cheguei a algumas amarrações do porque de tais “recomendações”, porém, que diz respeito ao atendimento de crianças com TGD encontro especificidades que me obrigaram a ir além. Vamos por partes. Com relação primeiro à sustentação de uma prática psicanalítica, já que é com isso que me proponho a trabalhar em minha clínica.

            Partindo de concepções anteriores, de que o que sustenta o ato é o desejo, e de que a única garantia que nos mantém firmes em nossos propósitos é o desejo, encontrei no caminho o conceito “desejo do analista”.  Porém, de início, pude perceber que este “desejo” não parte do uso comum da palavra, não é algo que incite, sustente ou motive a alguma coisa. Pelo contrário. Trata-se de um dispositivo, utilizado pelo analista, que lhe define certo posicionamento na direção do tratamento do paciente, e que parte, mais uma vez, de uma perda.

O psicanalista deve oferecer um vazio, deixar livre o lugar do próprio desejo (...) para que o desejo do paciente se realize enquanto desejo do Outro através desse instrumento para sua realização que é o analista enquanto tal (RABINOVICH, p. 15, 2000).

           

De que forma isso seria viabilizado? Rabinovich (2000) nos traz que o analista deve assumir uma postura de “não-saber”. Assim, não coloca interpretações suas a partir do que supõe ser “o bem” do analisando. Situa-se numa posição de interrogação.

            Se compreendermos o que significa a expressão “desejo do Outro do paciente”, que se define como sendo “...o da historicidade própria do paciente, o das circunstâncias próprias de sua vida” (RABINOVICH, p. 15, 2000), parece-nos óbvio que não é mesmo o analista que possui o saber sobre o analisando. Sua função seria então a de possibilitar ao analisando a extração desse saber que está nele próprio, até então, impossível de ser sabido, nas palavras de Rabinovich (2000), “aquilo que o paciente mesmo transmitirá sobre seu próprio inconsciente através da associação livre” (p. 37).

            Aqui encontro um caminho que me possibilita começar a responder minha pergunta inicial: “o que possibilita uma prática psicanalítica?”. Continuando nesse percurso, encontro que, ao ofertar esse vazio, cuja presença serve de anteparo ao enganchamento das relações primordiais do paciente, o analista possibilita ao analisando perceber-se nessas relações que o configuraram enquanto sujeito na vida, e perceber que posição tomou diante delas. Possibilita ao paciente, como foi dito acima, encontrar-se com “o desejo de seu Outro”.

Nas palavras de Rabinovich: “(...) é assim a condição para que se desdobre esse Outro primordial e inesquecível para o paciente, que estruturou como tal seu desejo, na medida em que o objeto de seu desejo é o desejo do Outro” (p. 15, 2000). Para fazer isso o analista deve auxiliar o analisando a responsabilizar-se pelo seu próprio dito, para que ele comece a perceber que age, porém não sabe o que causa sua ação, deparando-se com a divisão entre o que acreditava ser até então, e o que passa a descobrir de si mesmo a partir do encontro com o analista. Esta formulação tem embasamento no fato de que Lacan afirma ser o ato a própria manifestação do desejo (LACAN, sem. X apud RABINOVICH, 2000, p. 59).

Porém, mais uma vez o analista precisa suportar não responder atendendo diretamente ao pedido do analisando. Pois nesse momento ele nos inquire: “quem sou eu então?”. Esvaziando o sentido do “ser”, possibilita localizar no analisando seu lugar de objeto na causação do desejo de seu Outro. Assim, a pergunta que o analista visa é “o que você quer?”, o “Che voi?” do grafo do desejo, “o que o Outro quer que eu seja?”, pergunta que a criança faz ao inquirir seu lugar no desejo do Outro, que lhe dá a letra para a construção de seu próprio lugar na existência.

O analista então, conforme traz Rabinovich (2000), a partir de Lacan, ao não oferecer respostas ou anteparos para sanar as demandas do analisando (de que lhe dê respostas, amor, reconhecimento, confirmações de seu valor ou sua existência), possibilita a ele deparar-se com a sua falta, e a partir disso, encaminhar-se na direção de seu próprio desejo. Ele faz isso ao não identificar-se ao lugar em que é colocado pelo analisante, de seu Outro, perguntando-lhe da mesma forma “O que deseja de mim? O eu deseja que eu seja para que me reconheça?”. É no não reconhecimento que o analista se retira desse lugar e possibilita ao analisando passar da posição de assujeitado ao desejo do Outro, para o de sujeito desejante.

A autora ainda coloca que o que surge entre analista e analisando, neste lugar vazio, é um objeto, que poder ser qualquer, uma vez que é o objeto a (nas palavras de Lacan), parcial (nas palavras de Freud). Por quê? Porque essa pergunta só pode ser formulada pelo sujeito quando ele passa pela experiência de que o Outro o perdeu. A experiência da falta é localizada no Outro, quando o sujeito coloca a pergunta “pode o Outro me perder? Posso faltar ao Outro?”. O que resta dessa operação de separação é o sujeito enquanto objeto causa de desejo do Outro.  (RABINOVICH, 2000, p. 59 e 62).        

Como isso acontece? Vamos por partes: segundo Lacan, a causa do desejo se constitui pela queda do próprio sujeito como objeto a (para o Outro). Mas como o sujeito vai parar nesse lugar? A partir da relação de cuidado por um outro humano; o sujeito, que nascera apenas com seu aparato biológico (dotado de necessidades) passa a ser marcado pela linguagem, que subverte essas necessidades em demandas, ou seja, passa a incluir um outro na sua relação de satisfação com os objetos do mundo. A partir daí nunca mais encontrará satisfação plena com estes objetos, pois sua “necessidade” passa a ser de outra coisa: da satisfação obtida na relação com esse Outro. ´

E nesse processo que ele tentar fazer-se de objeto de desejo desse Outro. Porém, ele nunca consegue saber o que esse Outro deseja (uma vez que não é possível acessar o desejo pela palavra, ele escapa), e é nesse desencontro que o sujeito pode existir. “É no Outro que, ao cair o objeto, aparece a falta: a perda é para o Outro” (RABINOVICH, 2000, p. 86), é assim que o Outro passa a ser barrado, faltante, portanto, desejante, e o sujeito entra no lugar de objeto-causa de desejo do Outro.

O analista ocupa exatamente essa posição na relação com o analisando. “O analista, colocado no lugar da causa do desejo, está ali para captar o próprio sujeito como objeto (...) o sujeito como desejante do desejo do Outro, a partir da posição de causa desse desejo do Outro” (RABINOVICH, 2000, p. 84).

Isso aparece quando a autora nos traz que o analista deixa-se usar, como a autora coloca, é “um instrumento” do qual o analisando se utiliza para aceder a seu próprio desejo, ou seja, posição de objeto-causa de desejo. Rabinovich (2000, p. 31) nos diz que “o analista sabe que lhe cabe ser objeto em posição de causa de desejo no processo da análise”. Essa posição não é fácil. A autora coloca que o analista necessita fazer um luto, pelo fato de “seu valor de verdade e de gozo” (p. 32) serem anulados, ficando à mercê “do desejo do Outro do analisando”. Ou seja, todo o trabalho pelo qual passou em sua própria vida enquanto sujeito, para reconhecer-se e assumir-se na posição desejante na vida, devem ser postos de lado, ao colocar-se como objeto. Diante disso, me pego pensando que o valor subversivo da Psicanálise se encontra justamente aí: a cada mais um curso, mais uma reunião clínica, mais uma supervisão, mais uma sessão de análise que um praticante da Psicanálise faz, não vêm no sentido de uma somatória, pelo contrário, todo a mais que se ganha nessas experiências, o trabalho que se faz, são para aprender mais a esvaziar-se, a limpar o campo, (ou a escuta, como dizem), a conseguir posicionar-se com menos ao assumir a função de analista.   

            Porém, para se sustentar nesse lugar, foi necessário um desejo decidido, uma vez, que, conforme disse anteriormente, não existe algo de fora que faça essa sustentação. Qual o percurso então que permite sustentar esse lugar?

Em primeiro lugar, que o analista tenha passado por essa experiência de perguntar-se se o Outro pode perdê-lo. E que tenha respondido sim a ela. Ou seja, que tenha desvencilhado dos embaraços de colocar-se como objeto de desejo do outro (de responder à pergunta “que lugar ocupo eu no desejo do Outro?”), que mascararia a falta dele, processo possível somente através da análise. Porém, isso não é suficiente, para se tornar analista é preciso ir além. Rabinovich (2000, p. 30), traz que o analista “finge esquecer” (pois na verdade ele sabe o que aconteceu) o percurso de sua própria análise. Assim, retira da cena a sua própria resposta diante do desejo de seu Outro, ou seja, seu desejo, deixando espaço para que o dispositivo “desejo do analista” opere. A partir disso é possível compreender as prerrogativas que coloquei no início de meu texto, de que as motivações pessoais do analista não entram na cena analítica.

            Ocupar essa difícil posição possibilita algo importante para quem se oferece uma análise. Rabinovich (2000) coloca que Lacan, a partir do seminário 8, diz que uma análise possibilita ao sujeito aceitar ou não essa causação pelo desejo do Outro, sair do ideal de ter que atender à demanda do Outro. Oferece ao sujeito então, a libertação de ter que cumprir seu destino, para passar a protagonista de sua vida.  Encerro com uma citação de Lacan, que diz de forma muito bonita, o que pude concluir, por ora, ao longo dessa escrita:

A Psicanálise é a interpretação das raízes significantes daquilo que constitui a verdade do destino do homem. (LACAN, sem. VIII apud RABINOVICH, p. 94, 2000).

Entendi que o analista guia o paciente até que ele saiba desse lugar que ocupou até então, de forma imperativa, no desejo do Outro. Marcado, porém não mais determinado pelo seu destino, o analista o deixa livre para escolher de que forma passará a se posicionar com relação a isso.           

             

E a Criança?

A partir destas delimitações, me ponho a pensar como o dispositivo “desejo do analista” opera, no caso das crianças, em especial aquelas que ainda não cumpriram esse processo de separação (autistas e psicóticas), uma vez que nesta clínica somos convocados o tempo todo a assumir uma postura mais “ativa”. Junto com Bernardino (2004), me pergunto se é lícito propor uma especificidade nesses casos, uma vez que a idade cronológica não atinge o inconsciente. Porém a clínica vem me mostrado que existem vicissitudes próprias ao tempo de um sujeito que ainda está em constituição. Isso implica em algumas diferenças na delimitação do lugar em que o analista se posiciona. Por vários motivos.

Em primeiro lugar porque, sendo a constituição de um sujeito resultado da intervenção da linguagem sobre um organismo humano, a Psicanálise é pautada no discurso do analisante, objetivando reconhecer os significantes que estão em jogo, e também que aprenda a dizer do que se passa com ele, a fim de possa fazer a escolha nomeada acima, deixando de ser joguete do próprio destino. E no caso das crianças que não têm um discurso direcionado? Que sequer têm seu próprio discurso para dizer de si? Que sequer têm um si para dizer dele? Bernardino (2004) nos diz que na criança a responsabilidade pelo que diz ainda é sustentada pelo Outro (encarnado).

Segundo Lacan (apud KEHL,   , p. 50), o psiquismo humano “é efeito de um trabalho de representação, que sustenta o sujeito em sua relação com a realidade”, funcionando em três formas de registro: o Real, aquilo que tentamos, mas não somos capazes de representar, o Imaginário, onde as representações psíquicas são baseadas em imagens, ganhando uma consistência que lhes atribui a aparência de “verdade” e o simbólico, onde o registro se faz pelo significante, o qual desliza, muda de sentido, alterando a relação daquele que fala com seu próprio discurso. Em terceiro, pelo fato de as intervenções do analista parecem se situar mais no registro do Simbólico: onde a não fixidez da relação entre significante e significado permite uma mobilidade representacional muito grande. Tudo o que foi falado até aqui da possibilidade de uma análise desmanchar sentidos postos para a construção de outras possibilidades está posta nesta questão. É essa desidentificação que permite que o sujeito do inconsciente apareça (nos tropeços, atos falhos, atuações). É por isso que o analista não atribui sentidos à fala do analisando, que entrariam então numa intervenção baseada no Imaginário, a qual produziria ou reforçaria uma fixidez de sentido, amarrando significante a significado.

No caso das crianças, a partir de Colette Soler (apud BERNARDINO, 2004), não é o analisante que é diferente, mas o que é analisado, tendo em vista que a relação dela com o Real é diferente.

Minha fala então de volta para as crianças que, a partir do que trazem Soler e Jerusalinsky (apud BERNARDINO, 2004), estão nesse tempo de ocupação de um lugar de objeto perante o desejo do Outro. Este é um tempo em que as inscrições estão sendo feitas, e cuja confirmação se dará só depois, e somente nesse segundo tempo, que se daria na adolescência, seria possível considerar a definição de uma estrutura (clínica). Assim, na criança, o enigma do desejo do Outro está sustentado pelas figuras parentais.

Implica em o analista que se propõe a atendê-las questionar e investigar que lugar elas teriam no desejo do Outro. E este Outro, nesses casos, está presente. Ela coloca que o dispositivo do desejo do analista é difícil de se fazer operar nestes casos pelo fato de que ela se encontra ainda num momento frágil de sustentação de seu lugar de sujeito, sendo necessária a encarnação de um adulto na função do Outro. Sua enunciação ainda está sustentada por este Outro, o que a autora chama de “um adulto próximo significativo, implicado em sua história” (p. 62). Neste momento da constituição subjetiva, o recalque ainda não operou no sentido de instaurar uma divisão subjetiva na qual o sujeito passa a desconhecer que “sua fala, seu desejo, seu objeto, vêm do Outro” (BERNARDINO, 2004, p.63). Ela ainda diz que sem essa figura, a criança não pode assumir uma enunciação própria.

É pelo fato de que ainda não há um sujeito constituído ali que, segundo Laznick (apud BERNARDINO 2001), se procede uma análise ao contrário. É no sentido de uma construção, em vez da desconstrução que uma análise tradicional propicia, como falamos até agora. Arrisco-me a dizer que trata-se de um momento anterior à possibilidade de uma análise tradicional.

Como fica a questão do desejo do analista? Nesses casos, o lugar do analista muda completamente. De um lugar esvaziado de desejo (lugar de objeto, como discorrido ao longo do texto), ele passa a ocupar, nas palavras de Soler (apud BERNARDINO, 2004, p.59), “um lugar impregnado de desejo, ao estilo do Outro primordial”. Bernardino (2001) nos diz que de partida, o analista aposta que há um sujeito em constituição, em seguida aposta que este sujeito será permeável aos efeitos da palavra, e trabalhamos no sentido de um convite à apropriação da linguagem por parte da criança. Mais uma aposta é feita na direção da inserção da criança no brincar de faz-de-conta, a partir eleição de objetos escolhidos do que ouvimos e percebemos da criança na cena analítica e dentro de sua história pregressa relatada pelos pais (seu lugar no desejo do Outro primordial). Penso que até aqui as intervenções entram mais pela via do Imaginário, no sentido que visam a amarração de elementos soltos em sentidos, atrelando dignificantes a significados. E percebemos a criança, aos poucos, em busca dessa atribuição de sentido. Claro que o cuidado tomado é o de não dar o sentido pessoal do analista, mas do que foi colhido no que se vive com a criança, transferencialmente, e em todo o entorno que a sustenta.

Em seguida Bernardino (2001) fala da predisposição do analista em ler nas produções da criança marcas, as quais damos o estatuto de letras, testemunhando a passagem de um humano ali.  Tomamo-las enquanto um discurso direcionado a nós, enquanto mensagens a decifrar. Além disso, depois de instauradas estas primeiras intervenções, ela fala do estabelecimento de um limite, marcado por uma interdição, que promova uma interrupção na mesmice vivida até então pela criança. Propomos uma disjunção, na direção de separar a colagem sígnica do que a criança é para o Outro (holófrase*), inaugurando o deslizamento significante. Aqui considero que atuamos no nível do registro Simbólico.

Se a criança responde (aos nos olhar, falar nosso nome, se interessar pelo nosso colar ou identificar a cor de nosso esmalte), nas palavras de Bernardino (2001) “a criança deu abertura para nossa presença em seu mundo e assim, aceitou jogar o jogo” (p. 84). Jogar o jogo significante, o jogo da linguagem, entrar no jogo da vida.

A partir de nossas intervenções visamos as operações psíquicas que constituem um sujeito, permitindo sua inserção no mundo humano. Ela fala da construção de um mito de origem, do pequeno outro, de uma imagem corporal e do Outro, ponto no qual pode finalmente vir a se perguntar o que numa análise tradicional é o ponto de partida, conforme falamos: que sou eu para o Outro, o que ele quer de mim?”.

A autora então se faz a mesma pergunta que eu venho me fazendo, que é a de como o analista deve operar para que suas intervenções se mantenham no eixo da ética psicanalítica. Ela coloca que o que nos salva de cair no furor curandis é nossa transferência com a Psicanálise, a qual, em suas palavras, nos faz buscar no sujeito em constituição “o encantamento da descoberta da palavra, que abre para o jogo da vida” (BERNARDINO, 2001, 86).

A partir de tudo isso, acho que posso considerar que, a aposta na possibilidade da constituição de um sujeito do inconsciente parte do pressuposto de que dou muito crédito ao inconsciente.



REFERÊNCIAS

BERNARDINO, L.F. A Clínica das Psicoses na infância: impasses e invenções. Estilos da Clínica n. 11 – dossiê: a escola atravessada pela Psicanálise. São Paulo, IP/USP, 2 semestre 2001, p. 82-91.

BERNARDINO, L.F. O Desejo do Psicanalista e a Criança. In: BERNARDINO, L.F. (Org.). Psicanalisar crianças: que desejo é esse? Salvador: Àgalma, 2004, p. 57-70.

RABINOVICH, D.S. O Desejo do Psicanalista – liberdade e determinação em psicanálise. Rio de Janeiro: Companhia de Freud, 2000. 173 p.

KEHL, M.R. Ética e Técnica. Viver Mente e Cérebro. v. 4. p. 46-55.

VORCARO, A. Crianças na Psicanálise – clínica, instituição, laço social. Rio de Janeiro: Companhia de Freud, 2005.  

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